Para (re)começar

Chegamos aqui, neste platô, onde avistamos a estrada que segue lá embaixo e nos espera para mais uma jornada.

A mochila nas costas tem carga renovada, não é a mesma de um ano atrás. Conhecimentos, dores, conquistas, aflições, transformações, amores, alegrias, tristezas, aprendizados, palavras. Tudo o que irá nos acompanhar e também diluir-se, transmutar-se enquanto o ano avança.

recomeçar

Há novos mapas a seguir, traçados a partir das lições que não conseguimos resolver, dos erros com os quais nos deparamos. Não há vergonha nem desânimo nisso, apenas a renovação da coragem para podermos olhar para frente e, com olhos livres, observar cada detalhe da nova estrada.

Buscamos rotas, pistas para que ideias inusitadas se descortinem.

Itinerários que nunca tentamos antes podem nos levar a resultados inesperados.

Também é preciso, ao longo do caminho, por momentos, sentar-se e olhar com gentileza e de peito aberto os caminhantes que seguem ao nosso lado.

Tomar um gole d’água, trocar uma palavra, um aperto de mão, uma risada solta.

E seguir, reescrevendo por mais um ano a história de si com algumas palavras que estão na mochila e outras novas que brotam desta senda infinita que é a vida.

 

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