O dia perfeito

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Aprendizagens são presentes que nos engrandecem e permanecem

Meu presente de aniversário chegou antes esse ano.
Hoje ganhei uma lição que vou levar comigo para sempre: experimentei um dia perfeito.

Meu presente foi aprender que o dia perfeito é aquele possível, real, verdadeiro e simples.

Pensa comigo.

É uma delícia ser sonhador… imaginar o ‘dia perfeito’ e cuidar de cada detalhe: a música, a temperatura, as cores – e, obvio, as pessoas, sentimentos e sensações certas.
É muito bom ter o otimismo necessário para poder sonhar o ‘dia perfeito’, mas é claro que isso não existe!
Ficamos então com o que é ‘possível’ e aí, aceitamos felizes o que nos é oferecido.

O dia perfeito tem que ser real e verdadeiro.
Sim, os dois.
Porque real é aquilo que nos tem presente, mas verdadeiro é quando o sentimento vai junto. O real é o carne, osso e pele – sentir que seu corpo inteiro está ali… e verdadeiro é quando os sentimentos são transparentes, sem ressalvas ou censuras.
Ser real e verdadeiro é você poder ser você tão livremente que até surge a sensação de ‘conhecer alguém novo’ – e esse pessoa é sua essência, sua unicidade e exclusividade.

Ah, e pra terminar, ouso dizer que o dia perfeito tem que ser simples.
Simples porque quanto mais rótulos, títulos, nomes ou marcas menos ‘gente’ tem ali.
O dia perfeito tem que estar ali, aqui e em todo lugar e momento… e isso exige dele simplicidade para acontecer.
Se acreditamos que o dia perfeito pode ser simples, isso significa que ele pode ser de todos e qualquer um – e o dia perfeito, não levaria esse nome se não fosse assim.

** Ah, e para quem quiser saber o que fez meu dia hoje ser um dia perfeito, compartilho com muita alegria:
Hoje meu marido colocou a família no carro e viajamos quase o dia todo para passar um tempinho com meu avô. 
Olhar nos olhos dele – que transbordam a mais pura gratidão – e pegar aquelas mãos firmes que nos enche de carinho foi perfeito. 
Possível, real, verdadeiro e simples assim!
*** Escrevi esse texto dia 01.05.2015 e depois de mais de um ano na memória do celular – chegou a hora dele vir à tona. Há 10 dias (08.05.2016) tive a oportunidade de comemorar o Dia das Mães com meu avô. Meu marido mais uma vez colocou a família no carro e viajamos quase o dia todo para passar um tempinho com ele… como vale a pena.

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