Compartilhar experiências é fundamental para sua carreira

Um escritório de coworking pode ter um papel fundamental para diferentes fases da carreira do profissional.
Há quem procure esses espaços quando está iniciando um novo negócio, há quem procure para tentar diminuir custos fixos, aumentar o networking, um momento de reestruturação de carreira. Ou tudo isso ao mesmo tempo.

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Em quatro anos de #Juntus, mais de 300 profissionais passaram por aqui, ajudaram a construir a nossa história e nós os ajudamos a escrever a deles. Tem gente que está Juntus desde o início, tem gente que acabou de chegar e tem, também, quem a vida levou um pouquinho para outros caminhos e depois voltou para compartilhar o dia-a-dia conosco.

Um exemplo é o consultor empresarial e coaching executivo, André Carlotto. Em 2014, ele tinha acabado de voltar de Curitiba, onde havia trabalhado como consultor de vendas de uma grande empresa automobilística. “Quando voltei para Londrina, eu e minha mulher estávamos planejando o primeiro filho. Eu queria estar de volta a minha cidade e já tinha a ideia de ter o meu próprio negócio.”

Durante o processo de estruturar a nova fase da carreira, Carlotto conta que tinha a preocupação de reduzir os custos do novo negócio. Na busca de encontrar espaços para compartilhar e pessoas com quem dividir despesas, ele conheceu a ideia de coworking e, em seguida, descobriu que já existia um escritório naquele modelo em Londrina, o Juntus. “Além da questão de custos mais acessíveis, encontrei um lugar para divulgar o meu negócio, fazer networking e pessoas com quem dividir informações no cafezinho.” Tudo isso era importante para o profissional acostumado a trabalhar em grandes empresas, em projetos que envolviam centenas de pessoas. “Eu não queria trabalhar em casa sozinho, sem motivação.”

Mas como os primeiros clientes do consultor estavam em Curitiba e Santa Catarina, ele decidiu interromper o uso do coworking por um período. “Mas não deixei de visitar o espaço já que continuava usando as salas do Juntus para fazer atendimento dos clientes e, também, vinha porque fazia aqui minhas aulas de inglês, na Bright.”

Outro coworker que viveu a experiência de utilizar o escritório compartilhado e, em um determinado momento, precisou interromper o uso foi o designer e proprietário do Estúdio Hanabi, Renato Moriyama. Ele chegou ao Juntus, em julho de 2012, antes mesmo da inauguração oficial do escritório que ocorreu no mês seguinte. “Eu vi tudo tomar forma. Participei do processo de criação da identidade visual da marca e até da decisão do nome Juntus”, conta.

Assim como Carlotto, questões pessoais e de reestruturação da carreira fizeram com que Moriyama ficasse por um tempo fora do Juntus. Mas no início de agosto ele voltou a compartilhar uma mesa na unidade da Rua Goiás e o dia-a-dia profissional com os demais coworkers. “Eu poderia voltar para qualquer outro coworking que existe na cidade. Mas eu decidi voltar para o Juntus pelo ambiente, pelas pessoas e porque aqui as coisas acontecem de verdade”, resumiu.

Carlotto concorda. “Existe o fator motivacional que é fundamental para qualquer ser humano. Não é fácil para ninguém começar um novo trabalho. Mas estar aqui no Juntus, manter a relação com as pessoas que estão aqui, me motiva a buscar aquilo que eu quero.” Para ele, acompanhar a experiência, as conquistas e as dificuldades de outros empreendedores de uma forma tão próxima é importante e faz com que ninguém se sinta sozinho na tentativa de trabalhar pelo que acredita.

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