4 perguntas sobre ânimo para quem chega no Juntus

– com Guilherme Henrique de Lima, Forttun Leilões e Facilit Imóveis, por Marcelo Frazão, do Todos por Um Londrina (Tp1)

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Geralmente, os motivos pelos quais qualquer um procura um co-working são muito semelhantes.
Cortar gastos, cortar gastos, cortar gastos e cortar gastos.

Vamos lá, admitamos: quando a gente desembarca no Juntus vem com mais medos do que certezas – e sempre de olho na questão “dinheirística”. E o que realmente importa? Os extras – aqueles bônus que podem provocar uma virada na vida, na mente, na energia individual, no produto, no negócio.

E, acredite: por mais caro que seja o seu plano de uso no Juntus, você nunca vai conseguir pagar o valor da oportunidade e da energia que faz tudo acontecer por aqui.

Alguém até vai te dizer algo assim: “Olha, tem muito mais do que sala organizada, água gelada e café se precisar”.
Mas normal: no começo nem dá para prestar atenção nisso. Estamos focados nos custos e naquelas perguntas do texto anterior – onde sento? minha cadeira? Xerox? Bolacha do pote paga mais?

No começo, você até pode ir a um curso de Linkedin ou Meditação Ayurveda, mas só depois vai se dando conta do esforço de cada um nos seus empreendimentos. Não é fácil para ninguém – mas estar perto de todo mundo tentando provavelmente torna o que você quer um pouco mais possível.

Acredite: é interessante demais estar nisso de perto. Vale extrapolar os limites do “preocupante” plano de uso de coworking ou sei lá o quê que você paga ou vai pagar.

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Bem no dia de comemorar o aniversário de 4 anos do Juntus, encontrei o Guilherme Henrique de Lima no meio da festa.

Quis saber dele se pensava como eu quando entrei no Juntus. E pelo visto, ainda bem que não! Creio que, como eu, todos tínhamos “conhecido” o Guilherme pelo grupo do whatsapp do Juntus e como foi o último a chegar até antes da festa de aniversário, fui lá falar com ele.

com Guilherme Henrique de Lima, Forttun Leilões e Facilit Imóveis

Como está a cabeça, Guilherme? Qual o contexto pessoal da sua chegada aqui no Juntus?

Bom, diante do momento que estou passando me sinto realmente leve. Estou vindo leve e com uma expectativa grande de estar em um espaço corporativo cheio de gente para trocar ideias e aprender mais. É o que estou sentindo.

Leve ? Fale-me mais sobre estar leve no meio do furacão.

Minha receita é trabalho. Em um momento de crise, dentro do meu segmento busquei algumas inovações para a empresa e consegui colocá-las em prática. E estou leve porque tudo foi muito recente e estou na expectativa de colher os resultados desse esforço, desse trabalho.

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Algum medo?

Medo não, nunca tive. Ainda mais agora que estou sozinho, fora de uma empresa, confio no meu trabalho e sei do potencial que tenho.
E poder desenvolvê-lo de maneira autônoma e dentro de um espaço compartilhado é o que me traz leveza e confiança para não ter medo.

Se Londrina fosse uma pessoa, o que falaria para ela?
Como sou nativo de Londrina ….o que posso falar para a cidade é algo como “Londrina, muito obrigado por ser minha amiga”!

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E você, como se sente neste momento? Como está a sua cabeça e energia? Quero saber!

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