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Juntus: uma experiência real e de verdadeiro transbordamento

 
Compartilhar é dividir: dar um pouco de algo de si para o
outro usar ou ter acesso.
 
Colaborar é quando você abre mão de si, não para ser o outro ou fazer
o que ele quer, mas para que exista um novo, coletivo.
 
Ser coletivo é ser um todo, com partes diferentes e inteiras. O coletivo
não existe per si, ele se transforma constantemente com as mudanças de cada um.

 

Enquanto o compartilhar proporciona um bem estar por oferecer-se ao outro – e pelo outro ser grato pela disponibilidade trazida – o nível de troca costuma ser baixo. O objetivo dos envolvidos é uma satisfação quase que imediata trazida pelo prazer do ‘fiz algo pelo outro’, convivemos, somos bons.

No coletivo, as sensações que experimentamos geralmente são mais leves, só trarão profundidade se e quando cada um quiser. A satisfação está em ver as diferenças e assumir con-viver. É por um orgulho próprio de se colocar num meio assim que se realiza. O ambiente comum é mais enriquecido com o convívio do que os indivíduos que o compõem. E sua identidade depende da qualidade de abertura e respeito trazidos.

Já na colaboração não tem jeito: é pré-requisito a verdadeira vontade e ação em relação ao deixar-se. A convicção de ser/se tornar um novo independente de onde isso vai dar é que faz a diferença. Aqui, o indivíduo é sempre inteiro, mas fluído, vívido, entregue ao todo que compõe e que o constrói reiteradamente.

Essa co-criação não é circular muito menos linear, ela é humana: ou seja, é complexa, intensa, com altos e baixos, idas e vindas. Por isso, é preciso ir além do respeito: é necessário um tanto de gentileza, doçura e cuidado. É sobre entregas que invadem a essência do outro – sem bom senso e boas intenções não é legal. 

Meu desejo de vida hoje é que todas as pessoas tenham experiências de compartilhar, colaborar e coletivizar.

 
Não é para chegar a nenhum destino específico.
 
É para fazer um mundo mais humano, aberto e de todos. 
 
É para que a nossa marca na história seja por contribuir com o que somos,
entregando-se para um futuro melhor.
 
É para que o nosso prazer esteja em fazer-se inteiro sempre se transformando
e com o olhar tão envolvido com o outro quanto em si. Uma existência
que seja real e de verdadeiro transbordamento. 

E o que o nosso time pensa de tudo isso? 

Acredito que aqui no Juntus vivenciamos diariamente experiências de compartilhar, colaborar e coletivizar. É muito importante que os pilares destes valores sejam constantemente construídos entre nós para que nossas entregas possam alcançar e atingir a essência do outro.

Nossa maior riqueza são as pessoas que escolhem estar Juntus e compartilhar nosso espaço e nossos valores. Assim como o coletivo, o Juntus se transforma constantemente com as mudanças de cada um e a satisfação está em ver e viver essas diferenças.

Rebeca Ludovico, Community Manager

Toda relação tem (ou devia ter) esses preceitos como base. Quando compartilhamos, crescemos. Ao colaborarmos, dividimos. Coletivizando, aprendemos. Essa é a essência do Juntus e tem que ser a nossa: como gente, como profissional, como time.

Gabriella Perez, Hostess Juntus GO

Acho que o Juntus é tudo isso. E acima de tudo, alinhado com os meus valores. Ler, refletir e falar sobre isso tudo só me acrescentou. Obrigada a você e a todas envolvidas  nesse projeto de vida, de um mundo melhor para todos. Juntus somos mais!

Simone Coutinho, Hostess Juntus GO

Com esses conceitos e valores aplicados na prática a gente percebe que cada um absorve o juntus de uma maneira. O juntus que faz sentido pra mim é o mesmo que faz sentido pra qualquer outro coworker, mas cada um vive e extrai experiências completamente diferentes.

Uns focam nas amizades, outros em parcerias, descontração, versatilidade, negócios, economia, criatividade… cada um tem um ponto forte de apego com o espaço e acho incrível como mesmo tendo tantas visões, tudo isso se encaixa e funciona muito bem.

Luna Almeida, GP de MarCom

É muito motivador saber que todos esses conceitos e valores estão presentes na pratica no Juntus, e que assim podemos vivenciar e levar isso pro mundo a nossa volta!
Como time e pessoa, que possamos sempre transmitir isso para quem chega para que todos entendam e se envolvam nesse jeito juntus de ser, a nossa essência.

Amanda Araújo, Gestora Financeira

Se o Juntus é sobre pessoas acredito que em primeiro lugar vem o coletivo,  é ele que faz base pra que o colaborar e compartilhar sejam enquanto cultura que vivemos e da oportunidade para que cada partezinha de todos que nos formam façam verdadeiramente disso tudo mais humano.

– Camila Barbosa, Hostess Juntus FL

No juntus acho que aprendemos a prestar mais atenção em todos os valores e conceitos. Vivenciamos cada dia de uma maneira diferente, respeitando os valores de cada um. É muito bom fazer parte de uma comunidade onde podemos transmitir isso para todos aqueles que estão a nossa volta.

Juntus proporciona essa oportunidade de compartilhar nossos valores e viver em coletivo, aprendendo cada dia mais a respeitar e aceitar cada um do jeito que é. Deixando as diferenças de lado, fazemos parte de um time rico em valores que talvez possa parecer simples, mas que faz toda a diferença.

– Beatriz Bondioli, Hostess Juntus FL

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