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Vamos juntas, mulheres?

Se você já parou para observar o dia-a-dia de uma mulher sabe que não é difícil encontrar um exemplo de profissional dedicada, mãe em tempo integral, responsável por manter a casa abastecida, organizada, bonita e em pleno funcionamento. Isso não quer dizer que falte tempo para essa mulher aprender algo novo, ouvir, aconselhar amigos e parentes, praticar uma atividade física, manter os exames preventivos em dia e até – acreditem! – para investir na sua beleza e espiritualidade. Já se perguntou como elas fazem isso? Você, mulher, já parou para pensar como é que dá conta de fazer tantas coisas? Se sim, eu tenho certeza que ninguém sabe bem a resposta certa. Porque as mulheres são assim. Simplesmente vão lá e fazem. Dão conta de tudo. Assumem suas obrigações e de quem mais deixar o trabalho pela metade. Como formiguinhas, fazem seu trabalho árduo sem ninguém perceber.

Mas é fascinante observar que é cada vez mais comum encontrar mulheres que decidiram assumir seus sonhos e seus protagonismos. Que entenderam que podem, e devem, ser as responsáveis por sua independência financeira ao trabalhar com aquilo em que acreditam. Que sabem que existem outras milhares de mulheres que são desafiadas diariamente a assumirem suas multifunções e que, mesmo com todas as dificuldades, conseguem empreender de um jeito próprio, cuidadoso e forte.

Por acreditar que existem muitas mulheres capazes de fazer acontecer é que aceitei dois recentes desafios. Um foi o convite da Alê para ajudar a coordenar o ELA, o grupo de Empreendedoras Londrinenses em Ação. Uma iniciativa linda que já recebeu mais de 700 empreendedoras que acreditam que podem transformar suas próprias vidas, a cidade onde vivem e, por que não, colaborar para tornar o mundo um lugar melhor para se viver. Esse grupo se reúne mensalmente aqui no Juntus para trocar experiências, encontrar soluções e apoiar umas às outras em seus caminhos como empreendedoras.

Me aproximar de pessoas tão inspiradoras é um presente e uma excelente oportunidade para colaborar com as transformações que elas propõem.

E isso casa com o outro desafio. Como única mulher na diretoria do Founder Institute em Londrina e Maringá eu recebi, também há pouco tempo, a missão de incentivar mulheres da região a acreditarem em suas ideias e coloca-las em prática de maneira profissional e eficiente. O Founder é a maior aceleradora de startups do mundo e está aqui por acreditar que a gente do Norte do Paraná é capaz de projetos grandes e transformadores. Para ajudar nisso, o FI oferece um programa de capacitação que ensina o mindset do Vale do Silício. Uma chance de receber apoio para transformar o sonho de negócio em realidade. Nossa próxima turma começa em setembro. Não dá mais tempo de se inscrever, mas queremos mais mulheres para pensar em soluções e integrar nosso Female Fellowship e as turmas são semestrais!

Então, se você também acredita que pode assumir a sua própria vida, te convido a participar dessas duas iniciativas. Uma tem o objetivo de conectar e transformar por meio dessa força feminina em comum. A outra quer desenvolver as capacidades pessoais de cada uma dessas mulheres que já são fortes e focadas por natureza. Vamos juntas assumir esse poder que já é nosso e está dentro da gente? Espero poder te encontrar em breve para gente já começar a colocar a mão na massa.

Com carinho,

Tati

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